PROSTITUIÇÃO E O DIREITO A LIBERDADE
“Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará.”(Hebreus 13:4)
Direito a liberdade e direito de expressão são palavras muito comuns em nosso tempo. Falamos em liberdade como se essa palavra nos libertasse de pecados e livrasse de sermos julgados. A liberdade hoje é entendida como fazer o que se deseja sem ao menos pensar em consequências ou se estamos infringindo leis e diretrizes.
Todos queremos liberdade, mas cada um no seu pensamento, dependendo de como foi criado (raças, cultura e de ideais). Então se cada um de nós quiser defender seu ideal/direito, a seu modo e maneira de pensar, não teremos leis para governar um povo. Seremos povo sem lei e sem sucesso e sem direção. Já que as leis servem para nos direcionar, há um caminho comum de moralidade e serviços.
Queremos que nossa igreja e comunidade seja o que Eu desejo que ela seja e ou penso que ela deveria ser. Não há um pensamento comum, mas pessoal, sobre sua função na terra. A igreja não foi colocada a terra para nos servir, mas sim para que possamos servir a Jesus através de vidas sendo curadas e tratadas, por isso ela também é conhecida como pronto socorro espitirual. Pessoas podem ir e deixar suas dores, mazelas e pecados aos pés da cruz.
Dentro deste pensamento está a grande vilã do nosso tempo, a vida sexual. Estamos dispostos a nos dar prazer a qualquer preço. Estamos dispostos a dizer sim a toda necessidade dita pela carne, como se ela fosse o ditador de nosso comportamento. Dentro desse novo quadro de vida, encontramos a PROSTITUIÇÃO. Em outros tempos, ela recebeu conotação de crime. Já foi tolerada como queda do homem e hoje é conhecida como PROGRAMA. Esses programas então são contratos imediatos onde mulheres e homens vendem seus corpos para satisfazer loucuras sexuais e momentos de carência física de pessoas que não conseguem se expressar aos outros de forma natural em forma de amor. São normalmente pessoas depravadas e vivem uma vida na sociedade com total naturalidade. Quando estas práticas pecaminosas são descobertas, as chamam de Vicio Sexual e não mais pecado.
Com a pós-modernidade invadindo a IGREJA, a prostituição também invadiu nosso santo e santificado espaço. Sentamos e damos conta de que nossa juventude está se prostituindo sem vender seus corpos. Estão se doando a desejos ocultos de outros que ali vão para se satisfazerem. A palavra SANTIDADE saiu de nossas frases porque não combina com a modernidade, de nossa época.
São meninos influenciados pelo homossexualismo vestindo-se e comportando-se como moças em formação, e os pais absurdados pelo assunto estar em alta, se deixam levar por suas infames explicações e esquecem-se das verdades bíblicas que condena não só a prática, mas a aparência do pecado em nós.
Não podemos mais chamar um jovem ao aconselhamento sexual porque estaremos sendo HOMOFÓBICOS. É preciso voltar a gritar dentro de nossas igrejas que o pecado continua com o mesmo, não importando nome ou o tamanho da modernidade em que estamos vivendo.
A liberdade que estamos pregando para nossa geração é: não importa a forma precisamos nos satisfazer. Mas não podemos deixar de dizer uma frase Bíblica que nunca envelhece: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.”( 1 Coríntios 6:12).
Porque liberdade é sempre para dizer NÃO ao pecado e SIM a vida com Cristo.
Até a próxima…



